Sub-17: Benfica cede dez jogadores à seleção

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abola

Emílio Peixe, treinador da seleção de sub-17, divulgou há momentos a lista de 18 jogadores que compõem o grupo que vai discutir a primeira fase de apuramento para o Europeu da categoria.

Recorde-se que Portugal está inserido no Grupo 5 de qualificação e vai disputar um lugar na Ronda de Elite com as congéneres da Bósnia, Croácia e Montenegro.

Da convocatória destaque para a chamada de dez jogadores da formação dos encarnados.

Confira a lista:

Benfica (10)
Buta, Diogo Gonçalves, Fábio Duarte, Francisco Ferreira, Gonçalo Rodrigues, Hugo Santos, Pedro Rodrigues, Renato Sanches, Rúben Dias e Yuri Ribeiro

FC Porto (4)
Diogo Izata, Idrisa Sambu, Luís Mata e Rúben Neves

Sporting (3)
Alexandre Silva, Pedro Empis e Pedro Silva

Portimonense (1)
Pedro Delgado

Águias negam que Jesus seja arguido

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record

Fonte oficial do Benfica garantiu a Record que é completamente falso que Jorge Jesus "tenha sido constituído arguido, com termo de identidade e residência".

Se isso tivesse sucedido, o treinador do Benfica teria de ter assinado uma notificação, o que não se verificou, o que não impede que no decurso do processo levado a cabo após os incidentes em Guimarães, tal não venha a acontecer.

Recorde-se que a subcomissária da PSP Carla Duarte confirmou à agência Lusa que o técnico foi constituído arguido, após a elaboração do auto de notícia, revelando que será enviado "em breve" o expediente para o Tribunal Judicial de Guimarães.

No final do jogo entre o Vitória de Guimarães e o Benfica (0-1), da quinta jornada da I Liga de futebol, Jorge Jesus intrometeu-se numa ação da polícia que tentava retirar adeptos do clube das "águias" do relvado do Estádio D. Afonso Henriques.

Na zona de entrevista rápidas, o treinador Jorge Jesus justificou a sua decisão com a necessidade de defender os adeptos do Benfica.

"Os adeptos começaram a entrar, a segurança tentou bloquear um deles e tentei que o deixassem tranquilo, porque só foi buscar uma camisola. Decidi agir em defesa dos adeptos do Benfica. Serei sempre o primeiro a defendê-los", disse, em declarações à SportTV.

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Thiago Silva deverá falhar jogo com o Benfica

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 O brasileiro Thiago Silva sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda no passado domingo, frente ao Mónaco, em jogo da liga francesa. O tempo de paragem do defesa do Paris Saint Germain, adversário do Benfica na Liga dos Campeões, ainda é desconhecido, mas pode chegar aos dois meses.

Estavam jogados apenas 15 minutos quando Thiago Silva abandonou o terreno de jogo. Uma má notícia em dia de aniversário, o central completou 29 anos.

«Obviamente trata-se de um problema muscular, portanto teremos de passar sem ele durante algum tempo», reconheceu o treinador dos parisienses, Laurent Blanc, após o jogo.

Em comunicado, o PSG não revela o período de paragem de Thiago Silva, explicando apenas que «a duração da incapacidade será determinada mais tarde», consoante a «evolução da lesão».

A imprensa francesa avança que o brasileiro arrisca uma paragem entre três semanas a dois meses e deverá falhar o segundo jogo do Paris Saint Germain na Liga dos Campeões, frente ao Benfica, a 2 de outubro.

Além do jogo com os encarnados», o central deverá ficar de fora dos jogos da liga francesa frente a Valenciennes, Toulouse e Marselha.

Benfica B vence SC Braga B com bis de Funes Mori

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O Benfica B venceu o SC Braga B, por 3-1, no estádio 1.º de Maio, em Braga, encontro antecipado na 9.ª jornada da Liga 2.

Ao intervalo, os encarnados já venciam por 2-0 graças aos dois golos apontados por Funes Mori, aos 36 e 42 minutos. O argentino fez ainda o passe para o 3-0, apontado por Bernardo Silva, aos 51 minutos.

Xeka rediziu para os minhotos aos 64 minutos.

Com este resultado, o Benfica B salta à condição para o terceiro lugar, com 13 pontos, mais um que o SC Braga B, que é 9.º.

Luís Filipe Vieira em entrevista exclusiva à CMTV

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CM

Exclusivo CMTV: Luís Filipe Vieira quebra o silêncio. O presidente do Benfica esclarece o que se passou com Jesus e abre o livro sobre o momento do clube.

Terça-feira, na CMTV, canal 8 do Meo, às 21h30, Luís Filipe Vieira entrevistado por Octávio Ribeiro e João Querido Manha. CMTV: Estamos a crescer consigo. Todos os dias. Obrigado!

Jorge Jesus constituído arguido esta terça-feira

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Jorge Jesus vai ser constituído arguido, esta terça-feira, ficando com termo de identidade e residência na sequência do incidente com a polícia para evitar a detenção de um adepto, em pleno relvado do estádio Afonso Henriques, após o V. Guimarães-Benfica.

O treinador do Benfica ficará sujeito a "condenação por atitude violenta".

A PSP finaliza esta segunda-feira o auto de notícia. O documento incorpora a notícia da infracção, onde são mencionados os factos que a constituem: o dia, a hora, o local e as circunstâncias em que foi cometida e tudo o que foi averiguado acerca da identificação dos agentes e dos ofendidos, bem como os meios de prova conhecidos, nomeadamente as testemunhas sobre os factos.
 
O comportamento do treinador do Benfica também se enquadra no Regulamento Disciplinar da Liga.

Esta segunda-feira, as autoridades tentaram notiificar o técnico mas sem sucesso. Esperam fazê-lo amanhã.

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Jesus: resistência à autoridade ou desobediência em causa

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Não é apenas no plano desportivo que Jorge Jesus pode vir a ser punido pelo comportamento no final do V. Guimarães-Benfica. O treinador das «águias», que foi constituído arguido, com termo de identidade e residência, pode responder por dois crimes.

«Há alguém, no caso um treinador, que se insurge contra quem o está a defender e proteger. O Código Penal prevê dois tipos de crime: resistência contra a atuação pública da autoridade policial ou, caso tenha sido proferida alguma ordem contra o treinador, o crime de desobediência», explicou Lúcio Correia, especialista em direito desportivo, na TVI24.

Já no que diz respeito à responsabilidade desportivo, Lúcio Correia não vê motivos para o técnico ser acusado de agressão ou de incitamente à violência. «Não acho que quis agredir algum steward ou polícia, naquele incidente insólito e caricato. Nem me parece que seja incitamento à indisciplina ou à violência. É um comportamento que tem relevância disciplinar e está previsto no regulamento um conjunto de comportamentos menos corretos. Falar num castigo de três meses a três anos parece-me muito forte para o caricato da situação», acrescentou.

O especialista em direito desportivo defendeu depois que o comportamento de Jesus «é censurável e punível», e falou também em «alguma condescendência da polícia». «Se tivesse acontecido com outra pessoa teria sido diferente», acrescentou, antes de lembrar a importância da ação dos agentes junto dos adeptos que invadiram o relvado: «São aquelas pessoas que, noutra circunstância, vão evitar uma eventual agressão.»

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Jorge Jesus com termo de identidade e residência

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Jorge Jesus foi constituído arguido, com a medida de coação de termo de identidade e residência, pelos incidentes verificados no final do Vitória Guimarães-Benfica.

Os factos foram confirmados ao Maisfutebol por Carla Duarte, porta-voz da direção nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP). O expediente será remetido para o Tribunal de Guimarães, que fará avançar o processo.

Que castigo desportivo arrisca o técnico dos encarnados?

O treinador dos encarnados terá de notificar a PSP que vai viajar para Paris na próxima semana, a fim de poder sentar-se no banco e orientar a equipa frente ao Paris Saint-Germain, em jogo da segunda jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.

O treinador do Benfica intrometeu-se na ação dos «spotters» e dos «stewards», quando estes intercetavam alguns adeptos encarnados que invadiram o relvado no momento em que os jogadores se aproximaram para agradecer o apoio e oferecer as camisolas. Jesus deu mesmo algumas palmadas no braço de um agente, para que este libertasse um dos adeptos.

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Que castigo arrisca Jorge Jesus?

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Jorge Jesus arrisca uma suspensão depois das cenas protagonizadas neste domingo, no final do V. Guimarães-Benfica. O treinador do Benfica intrometeu-se na ação dos «spotters» e dos «stewards», quando estes intercetavam alguns adeptos encarnados que invadiram o relvado no momento em que os jogadores se aproximaram para agradecer o apoio e oferecer as camisolas. Jesus deu mesmo algumas palmadas no braço de um agente, para que este libertasse um dos adeptos.

Esta postura do técnico do Benfica pode sair-lhe cara. No entender de José Manuel Meirim, professor de direito desportivo consultado pelo Maisfutebol, o comportamento do técnico pode enquadrar-se nos artigos 131º e 132º do Regulamento Disciplinar da Liga. «Pode até ser punido pelos dois, e nesse caso seria encontrado o cúmulo jurídico», explica.

«Nas imagens televisivas registam-se dois ou três gestos relativos a um spotter. Agarrou-o e deu-lhe algumas palmadas no braço, quando este estava a tentar por cobro à invasão de recinto desportivo, que é uma infração. Perturbou a ação da polícia com algumas manifestações de violência», analisa Meirim.

O artigo 131º do Regulamento Disciplinar diz respeito a casos de «agressões», e no seu ponto 1 faz referência clara a «agentes de segurança pública». Nestes casos está prevista uma suspensão de três meses a três anos. Caso se tratasse de uma agressão a um agente de segurança privada, então a suspensão seria de dois meses a dois anos, conforme consagrado no ponto 2. «Caso seja entendido que se tratou de uma tentativa de agressão então o limite mínimo e máximo previsto é reduzido para um terço», explica José Manuel Meirim.

O artigo 132º «também deve ser considerado» para esta análise dos possíveis castigos para Jorge Jesus, entende o professor de direito desportivo. Essa alínea do Regulamento Disciplinar refere-se a casos de «incitamento à indisciplina», e prevê uma suspensão de seis a dezoito meses.

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Associação de Treinadores defende Jorge Jesus

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O presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol garante total apoio a Jorge Jesus no incidente protagonizado no final do jogo em Guimarães. José Pereira diz não querer branquear o comportamento do treinador do Benfica, mas considera que se trata de um incidente desculpável. «Naturalmente que nos colocaremos à disposição de Jorge Jesus no que for necessário para a sua defesa, reconhecendo que, apesar não serem atitudes louváveis e recomendadas, são atitudes que porventura se desculpam, atendendo à situação com o adepto», afirmou José Pereira em declarações prestadas à Renascença. «Não são gestos que se devam repetir, mas não podemos fazer disto um caso que lese a Pátria», vincou o dirigente.
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