Eleições 2020

booggie

Este grupo em humanísticas seria um caso de estudo.


Assim de chofre:

Num grupo as pessoas se influenciam mutuamente (tanto para o bem, como para o mal), o que indica a possibilidade de boas produções, o engrandecimento de seus componentes e a necessidade de alerta para eventuais efeitos nocivos entre e sobre alguns dele.

As forças grupais se sobrepõem às individuais, o que imprime a necessidade de identificá-las e reforçá-las em propostas que promovam mobilização, integração e articulação.

Qualquer grupo precisa de um mínimo de coesão para se desenvolver e sobreviver ao longo do tempo. As forças de atração entre seus membros devem ser sempre superiores às de recusa ou desaprovação. Um grupo torna-se inviável (do ponto de vista da saúde grupal), se as forças de negação forem mais potentes que as de aceitação.

Desde o primeiro encontro configura-se uma estrutura mínima em qualquer grupo: já nessa fase travam-se movimentos de simpatia e/ou antipatia entre seus membros e muitas vezes esse fenômeno resulta do poder de influencia que algumas pessoas têm. É ilusório esperar que todos gostem de todos da mesma forma e/ou com a mesma intensidade: é natural e saudável haver diferenças no tipo e distribuição dos afetos.

Todo grupo compõe-se de uma estrutura oficial (consciente e aparente) e outra sociométrica (inconsciente e invisível a olho nu). Quanto maior a divergência entre as duas, a mais conflitos e tensões o grupo está sujeito, sendo verdadeiro o oposto: quanto menor a discrepância, menos sofrimento este grupo terá a suportar e superar.

O grupo apresenta duas dimensões sob as quais as pessoas se relacionam: a horizontal (que se refere aos afetos naturais entre seus membros) e a vertical (relativa à distribuição de tarefas e papéis, e à identificação e reconhecimento de lideranças entre seus componentes). As duas dimensões podem apresentar-se simultaneamente: a horizontal pressupõe equidade de status entre os participantes e a vertical acolhe e valoriza as diferenças, evidenciando evolução grupal.

Nenhum grupo prescinde de lideranças. No inicio essa função está localizada no diretor (o que no inicio pode caracterizar certa dependência do grupo em relação a ele), mas com o desenvolvimento grupal, essa vai se distribuindo entre os participantes, passando o diretor a desempenhar funções de "organizador" geral.

O grupo não suporta membros isolados ou com dificuldades de integração por muito tempo. Deve haver mecanismos tais de controle e avaliação grupais, que apresentem soluções para eventuais casos: a insistência ou permanência prolongada pode enfraquecer um grupo e causar intensos sofrimentos aos que não conseguem integrar-se.

:bandeira2:

Tenho que vos abandonar, life calling.

Abraço a todos, os Benfiquistas...

booggie

Os dogmas, as verdades absolutas existem para serem questionadas.

Recordam-se do filme Code Red, também as dinâmicas de grupo têm que ser analisadas, se assim fosse a tristeza que se passou em "Alcochete" nunca teria acontecido.

Saudações Benfiquistas.

:bandeira1:

RGouveia.SLB

Citação de: The Eagle 10 em 19 de Setembro de 2020, 15:21
Excelente noticia o Rui Nabeiro apoiar o Noronha Lopes.

Um dos homens mais notaveis da nossa sociedade e respeitado por muitos. :)



Muito respeito pelo Sr. Rui Nabeiro. Grande homem.
Ao contrário da maioria dos que militam na lista dos mais ricos, não é elitista e pedante. É um homem humilde e fraterno para a população de Campo Maior.  O0

RGouveia.SLB

As bandeirinhas, um cartão de visita dos bots vieiristas.

Cor_rubrum

Citação de: booggie em 19 de Setembro de 2020, 16:46
Spoiler
Este grupo em humanísticas seria um caso de estudo.


Assim de chofre:

Num grupo as pessoas se influenciam mutuamente (tanto para o bem, como para o mal), o que indica a possibilidade de boas produções, o engrandecimento de seus componentes e a necessidade de alerta para eventuais efeitos nocivos entre e sobre alguns dele.

As forças grupais se sobrepõem às individuais, o que imprime a necessidade de identificá-las e reforçá-las em propostas que promovam mobilização, integração e articulação.

Qualquer grupo precisa de um mínimo de coesão para se desenvolver e sobreviver ao longo do tempo. As forças de atração entre seus membros devem ser sempre superiores às de recusa ou desaprovação. Um grupo torna-se inviável (do ponto de vista da saúde grupal), se as forças de negação forem mais potentes que as de aceitação.

Desde o primeiro encontro configura-se uma estrutura mínima em qualquer grupo: já nessa fase travam-se movimentos de simpatia e/ou antipatia entre seus membros e muitas vezes esse fenômeno resulta do poder de influencia que algumas pessoas têm. É ilusório esperar que todos gostem de todos da mesma forma e/ou com a mesma intensidade: é natural e saudável haver diferenças no tipo e distribuição dos afetos.

Todo grupo compõe-se de uma estrutura oficial (consciente e aparente) e outra sociométrica (inconsciente e invisível a olho nu). Quanto maior a divergência entre as duas, a mais conflitos e tensões o grupo está sujeito, sendo verdadeiro o oposto: quanto menor a discrepância, menos sofrimento este grupo terá a suportar e superar.

O grupo apresenta duas dimensões sob as quais as pessoas se relacionam: a horizontal (que se refere aos afetos naturais entre seus membros) e a vertical (relativa à distribuição de tarefas e papéis, e à identificação e reconhecimento de lideranças entre seus componentes). As duas dimensões podem apresentar-se simultaneamente: a horizontal pressupõe equidade de status entre os participantes e a vertical acolhe e valoriza as diferenças, evidenciando evolução grupal.

Nenhum grupo prescinde de lideranças. No inicio essa função está localizada no diretor (o que no inicio pode caracterizar certa dependência do grupo em relação a ele), mas com o desenvolvimento grupal, essa vai se distribuindo entre os participantes, passando o diretor a desempenhar funções de "organizador" geral.

O grupo não suporta membros isolados ou com dificuldades de integração por muito tempo. Deve haver mecanismos tais de controle e avaliação grupais, que apresentem soluções para eventuais casos: a insistência ou permanência prolongada pode enfraquecer um grupo e causar intensos sofrimentos aos que não conseguem integrar-se.

:bandeira2:

Tenho que vos abandonar, life calling.

Abraço a todos, os Benfiquistas...
[fechar]

"Descalça vai para a fonte

Descalça vai para a fonte leonor pela verdura;

Vai formosa e não segura."

Vais com o rótulo de Síndrome de Húbris em grau avançado.

https://www.algarveprimeiro.com/d/sabe-o-que-e-sindrome-de-hubris-e-a-doenca-do-poder/16688-46

O critério 14 irá ser o teu derradeiro prego no caixão. Não escaparás como a Uma Thurman o logrou no "Kill Bill" do Tarantino...

sbremoved_34227

Pensava que ao fim de semana folgavam.

Bryan.

Quem programou esse bot drogou-se forte.

Slbttotosalvio

Nem sabia que o Nabeiro era dos nossos.

Cor_rubrum

Citação de: Slbttotosalvio em 19 de Setembro de 2020, 17:30
Nem sabia que o Nabeiro era dos nossos.

O filho é, infelizmente, sportinguista. Não falou com o Noronha na hora certa...
Noronha o grande evangelizador do Benfiquismo.

arfm14

Citação de: Darkboy em 19 de Setembro de 2020, 15:14
João Noronha Lopes 2020@jnoronhalopes
8 min
Foi uma verdadeira honra poder estar com o Comendador Rui Nabeiro na Casa nº 1 do Benfica, em Campo Maior.



O pormenor da foto na parede.

No tempo da outra senhora também havia sempre uma foto deste género em cada escola.

Leonzo

#34885
Citação de: booggie em 19 de Setembro de 2020, 16:58
Os dogmas, as verdades absolutas existem para serem questionadas.

Recordam-se do filme Code Red, também as dinâmicas de grupo têm que ser analisadas, se assim fosse a tristeza que se passou em "Alcochete" nunca teria acontecido.

Saudações Benfiquistas.

:bandeira1:
Tanto paleio e esqueceste de descrever o Vieira de forma isenta, transparente e frontal como descreveste o Sr. Nabeiro tal como te tinha pedido, volta cá quando tiveres lata para o fazer.

Adeus e um queijo!

Cor_rubrum

#34886
Citação de: Leonzo em 19 de Setembro de 2020, 17:52
Citação de: booggie em 19 de Setembro de 2020, 16:58
Os dogmas, as verdades absolutas existem para serem questionadas.

Recordam-se do filme Code Red, também as dinâmicas de grupo têm que ser analisadas, se assim fosse a tristeza que se passou em "Alcochete" nunca teria acontecido.

Saudações Benfiquistas.

:bandeira1:
Tanto paleio e esqueceste de descrever o Vieira de forma isenta, transparente e frontal como descreveste o Sr. Nabeiro tal como te tinha pedido, volta cá quando tiveres lata para o fazer.

Adeus e um queijo!

Vá lá, tás com sorte, com essa ele não terá outra hipótese que não seja colocar-te bem perto do vértice do triângulo da "hierarquia da discordância" e catalogar-te como "contra-argumento".
Já eu voluntariamente escolhi ficar na base  para lhe chamar os nomes mais apropriados à categoria de invertebrados que eles são.

vermelhao_33

Nao sei quem é que o nabeiro, mas no campeonato da credibilidade da 10 a zero ao vieira sem ajudas a fundo perdido.

E se pode haver historias sobre como é que comecou, que nao as conheco, serao de certeza menos escandolosas que as historias que ja ouvi do comeco do Vieira, que nao sei se Sao veridicas.

S1Benfica

O que é que se passa aqui hoje?
Não me digam que "foi tudo jantar"?  :smokin:

sagan1976

Citação de: slb2me em 11 de Setembro de 2020, 23:11
Sou apoiante de LFV, sou Benfiquista e tenho memória.

Só se quisesse problemas para o meu clube é que pensaria diferente, não é altura para nenhuma revolução e assim pensa a maioria (o povo é sereno)

Leiam as 11 leis de propaganda deste ministro do governo nazi (Goebbels) e reparem como se enquadra na pequena corrente/oposição contra o presidente do Benfica.
Aqui gigante...


1) Princípio de simplificação e do inimigo único

Adoptar uma única ideia; um único símbolo; individualizar o adversário num único inimigo.

2) Princípio do método de contágio:

Reunir os adversários numa só categoria ou indivíduo. Os adversários tem de constituir-se em suma individualizada.

3) Princípio da transposição.

Atribuir ao adversário os próprios erros ou defeitos, respondendo o ataque com o ataque: "Se não podes negar as más notícias, inventa outras que as distraiam".

4) Princípio do exagero e desfiguração:

Converter qualquer episódio, por mais pequeno que seja, numa ameaça grave.

5) Princípio da vulgarização:

Toda propaganda deve ser popular, adaptando o nível para que o menos inteligente dos indivíduos a entenda. Quanto maior for a massa a convencer menor tem de ser o esforço mental a fazer. A capacidade de entendimento das massas é limitada.

6) Principio de orquestração:

A propaganda deve limitar-se a um número pequeno de ideias e repetindo-as incansavelmente e apresentando-as de diferentes perspectivas. "Se uma mentira se repete suficientemente, acaba por converter-se em verdade".

7) Principio de renovação:

Emitir constantemente informações e argumentos novos a um ritmo tal que, quando o adversário responda, o público já está interessado noutra coisa. As respostas do adversário nunca devem poder contrariar o nível crescente de acusações.

8) Principio da verossimelhança:

Construir argumentos a partir de várias fontes, através de cobaias ou de informações fragmentadas.

9) Principio do silêncio:

Calar-se sobre as questões das quais não se tem argumentos e encobrir as noticias que favorecem o adversário; também contraprogramando com a ajuda de meios de comunicação amigos.

10) Principio da transfusão:

Por regra, a propaganda opera sempre a partir de conceitos já existentes, como mitología nacional ou um complexo de ódios e prejuízos tradicionais. Difundir argumentos que se possam nutrir em atitudes primitivas.

11) Principio da unanimidade:

Convencer o indivíduo a pensar "como toda a gente", criando impressão de unanimidade.

:bandeira1:       :bandeira2:
Uma nota de rodapé, apenas. Como toda a doutrina, também esta tem pontos falíveis, criados em geral pela certeza do criador da doutrina na infalibilidade da mesma e pela emoção da "descoberta" de algo inaudito.
Passo a explicar. De onde advém a serenidade do povo? Será da unanimidade de pensamento?